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A VER­DADE TORTURANTE.

Escrito por Abdon Mar­inho

A VER­DADE TORTURANTE.

Passa do razoável a cam­panha que ali­a­dos, fun­cionários e a baju­ladores de plan­tão dos atu­ais inquili­nos do poder fazem con­tra os jor­nal­is­tas William Bon­ner e Patri­cia Poeta por conta da entre­vista que fiz­eram com a can­di­data Dilma. Tudo porque fiz­eram o que tinha de fazer, jornalismo.

As cam­pan­has que se espal­haram pelos veícu­los de comu­ni­cação alu­ga­dos, podem pesquisar, têm de tudo: Acusações de ven­di­dos, de capa­chos, tor­tu­radores, etc. Tudo que se imag­i­nar, esses sen­hores, que tam­bém se chamam jor­nal­is­tas, escreveram e difundi­ram nos blogues, jor­nais e redes soci­ais, con­tra seus supos­tos colegas.

Uma das peças difamatórias apre­sen­tava o jor­nal­ista como pres­i­dente, uma outra dizia que a pres­i­dente já enfrentara tor­tu­radores piores, um arti­c­ulista dócil ao gov­erno enx­er­gou um ódio indis­crim­i­nado à classe política.

Con­viver com a ver­dade deve ser uma tor­tura para os que fazem da men­tira um instru­mento de poder.

A entre­vista da can­di­data, feita em seu ambi­ente, já cri­aram uma grande van­tagem em relação aos seus adver­sários entre­vis­ta­dos ante­ri­or­mente e até o que foi entre­vis­tado depois. As per­gun­tas em nen­hum momento deixaram de ser de inter­esse público. O que tem demais se per­gun­tar sobre cor­rupção a uma can­di­data que vendeu a idéia que iria fax­i­nar essa praga do nosso meio, demi­tiu alguns min­istros apon­ta­dos por essa prática e nomeou out­ros do mesmo pron­tuário? O que tem demais se inda­gar sobre o toma lá da cá desta reta final de gov­erno quando até pre­sidiário indi­cou min­istro? O que tem demais se per­gun­tar sobre o eterno \«propin­oduto\» do DENIT que torna as obras viárias do Brasil umas das mais caras e de pior qual­i­dade do mundo? O que teria demais se inda­gar sobre o fato dos atu­ais inquili­nos do poder, quando na oposição, serem os maiores críti­cos da política da canal­hice, dos negó­cios escu­sos, das tro­cas de favores e agora serem seus mais ardorosos defen­sores? Pois é, nem per­gun­taram isso, nem com essa ênfase.

Não tinha razão, a pres­i­dente, para ter­giver­sar sobre esse tema — a menos que não tivesse e não tenha resposta -, a cor­rupção, no seu gov­erno é uma real­i­dade que se impõe desde o primeiro momento, é denun­ci­ada quase que todos os dias, e a ação da gestora é de leniên­cia. Todos que con­vivem com a política brasileira sabe as con­ver­sões que foram feitas para que se for­masse o arco de alianças que apóia sua reeleição.

Menos razão teve quando fugiu da resposta sobre o posi­ciona­mento do seu par­tido com relação a con­de­nação e prisão de seus líderes após jul­ga­dos pelo STF. A per­gunta era bem sim­ples, como ela se sen­tia diante da posição do par­tido em tratar como heróis aque­les cidadãos. Além de sim­ples, uma per­gunta per­ti­nente. Temos uma pres­i­dente da República, man­datária maior da nação, can­di­data a reeleição por um par­tido que hos­tiliza, agride e ataca a Corte maior do país. A per­gunta era essa, ninguém indagou sobre a decisão para que ela viesse dizer que, como pres­i­dente, não dis­cute decisão de outro poder.

Os jor­nal­is­tas fiz­eram, com a relação aos can­didatos, todos eles, foi confronta-​los com seus pron­tos fra­cos. Mostrar ao povo brasileiro essas ver­dades que a pro­pa­ganda ofi­cial e os pro­gra­mas eleitorais ten­tam mascarar.

O lin­chamento que se tenta fazer aos jor­nal­is­tas vai além do fato da can­di­data a reeleição e seus ali­a­dos não pos­suírem respostas para essas questões, o que é fato. Nen­hum tem nada a dizer sobre isso, por isso mesmo ten­tam intim­i­dar os profis­sion­ais, seja pelo achin­calhe na imprensa chapa-​branca que sobre­vive as cus­tas dos recur­sos públi­cos, seja através da própria fal­si­fi­cação das biografias destas pes­soas, como fiz­eram com a jor­nal­ista Miriam Leitão, de den­tro do próprio Palá­cio do Planalto.

Faz tempo que usam desta prática. A falta de respeito com as pes­soas é algo que os acom­panha desde que subi­ram ao poder e este as suas cabeças. Tra­bal­ham com a idéia de nunca mais deixarem o poder, fazendo o que ten­ham que fazer, aliando-​se até com o satanás, se servir aos seus propósitos.

Um fato a demon­strar isso, ocor­reu logo no primeiro ano do gov­erno Lula. Um grupo de dep­uta­dos, com serviços presta­dos ao Brasil, a frente Fer­nando Gabeira, foram a uma audiên­cia com o Sr. José Dirceu, então, uma espé­cie de primeiro-​ministro do Brasil, tão vai­doso e empavon­ado, que mudou a leg­is­lação para ser o min­istro mais impor­tante na hier­ar­quia. Pois bem, esse cidadão, do alto de sua arrogân­cia deu um \«chá-​de-​cadeira\», tão grande que o dep­utado Gabeira se can­sou de esperar e foi emb­ora. Isso já servia para mostrar o que vinha. Se ele fazia isso com a pes­soa que sac­ri­fi­cou a vida no episó­dio de seque­stro do embaix­ador amer­i­cano para tro­car por pri­sioneiros, entre os quais o então min­istro, o que não faria com os demais mor­tais. Dis­cuti muito esse episó­dio com um amigo jor­nal­ista já fale­cido. O que fiz­eram agora com a Mirian Leitão, outra jor­nal­ista que exper­i­men­tou os hor­rores da ditadura, fal­si­f­i­cando sua biografia para desqualificá-​la está em con­formi­dade com as ati­tudes que tomam desde o começo. O que fazem com os jor­nal­is­tas que entre­vis­taram a can­di­data Dilma em Palá­cio, por­tanto, até em situ­ação de van­tagem em relação aos demais can­didatos, é parte do roteiro de lin­charem moral­mente todos que con­tes­tam, ques­tionam ou que só fazem o seu papel de forma cor­reta, se con­traria seu pro­jeto de poder.

Decerto que se tivessem con­seguido criar o tal con­selho para reg­u­lar a mídia, inter­ferir nas pau­tas jor­nalís­ti­cas, esses e tan­tos out­ros que ousam questioná-​los seriam proibidos de tra­bal­har, exercer sua profis­são. A eles, como a todos os manía­cos pelo poder só servem os que dizem o que eles querem ouvir, os que lhes adu­lam e lhes tecem loas. A ver­dade, é o que eles acham que sejam ver­dade, o resto vira “tortura\».

O pen­sa­mento de pes­soas assim, pouco difere do pen­sa­mento dos rad­i­cais islâmi­cos que acabam de dego­lar um jor­nal­ista amer­i­cano. A difer­ença é que, por aqui, por enquanto, ainda se opera as dego­las morais.

Abdon Mar­inho é advogado.

DESAFIOS DO MARAN­HÃO: AGRICULTURA.

Escrito por Abdon Mar­inho

DESAFIOS DO MARAN­HÃO: AGRICULTURA.

A par­tir de agora pas­sarei a dis­cu­tir sobre os prob­le­mas que con­sidero rel­e­vantes para o debate político no estado. Começo pela agri­cul­tura. Já falei deste tema algu­mas vezes. O que faze­mos hoje é uma revis­i­tação ao tema.

Não faz muitos dias vi alguns políti­cos soltarem rojões com a história de que o Maran­hão teria, este ano, uma safra recorde, algo em tono de 4 mil­hões de toneladas de grãos. Os donos do poder fes­te­jam como se fosse um gol de placa essa safra.

Os números pare­cem grandiosos, infe­liz­mente, não são. A safra brasileira neste mesmo período chegou a 190 mil­hões de toneladas, logo, a pro­dução maran­hense, rep­re­senta algo em torno de 2% (dois por cento) da safra brasileira de grãos. O que é quase nada. Uma irrelevân­cia em ter­mos de números. Olhando mais de perto essa safra verifica-​se que a maior con­tribuição é da mono­cul­tura de expor­tação e muito pouco para ali­men­tar o povo.

Con­verso muito com as pes­soas lig­adas ao setor, agrônomos, vet­er­inários, pro­du­tores. Todos dizem como que em coro que a agri­cul­tura do estado foi destruída nos últi­mos anos. O diál­ogo que man­tenho, na ver­dade, é ape­nas para cor­rob­o­rar meu próprio pen­sa­mento. Salta aos olhos que o estado, emb­ora o gov­erno pregue e fes­teje seus recordes agrí­co­las, está muito longe de pro­duzir o que deveria.

Com área total de 331.937,450 km2, o Maran­hão, em exten­são ter­ri­to­r­ial, só fica atrás dos esta­dos do Ama­zonas, Pará, Bahia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Goiás. Alguns destes a difer­ença em exten­são nem é tão sig­ni­fica­tiva. Exceto por pou­cas áreas (reser­vas flo­restais, áreas de areia) o estado é quase todo agricultável, pos­sui solo ade­quado a quase todo tipo agri­cul­tura. Pela posição geográ­fica, quan­ti­dade de rios, estações climáti­cas definidas o coloca em situ­ação de muita van­tagem em relação aos demais. A essas condições some-​se ao fato de não pos­suir uma pop­u­lação muito grande pos­si­bil­i­tando um maior aproveita­mento do solo.

Ape­sar destas van­ta­gens todas em relação aos demais esta­dos a con­tribuição maran­hense na pro­dução de grãos gira em torno de 2% (dois por cento) da pro­dução nacional. É muito pouco. Não temos razão para tanto festejo.

O Maran­hão hoje não pro­duz o sufi­ciente para ali­men­tar sua pop­u­lação. Não pre­cisamos ir muito longe para con­statar­mos isso, basta acom­pan­har o tráfego de veícu­los na CEASA da cap­i­tal. A pro­fusão de veícu­los chegando aqui, ori­un­dos de out­ros esta­dos, com todo tipo de ali­mento, dimen­siona bem a nossa pro­dução. Cheg­amos ao ponto de estar­mos impor­tando de out­ros esta­dos até cheiro-​verde. A mesma situ­ação é vivida nos demais municí­pios, sejam eles grande, médios ou de pequeno porte. O que mais vemos são os cam­in­hões chegando nos mer­ca­dos, feiras e no comér­cio local para o abastecimento.

Faço aos can­didatos ao gov­erno o desafio da CEASA. Que aman­heçam um dia por lá para ver­i­ficar a situ­ação que nos encontramos.

O próx­imo gov­er­nante pre­cisa explo­rar o grande poten­cial que pos­sui o estado neste setor. Alguém com capaci­dade para aliar o desen­volvi­mento com a preser­vação dos nos­sos recur­sos ambi­en­tais. Ao longo das últi­mas décadas as agên­cias estad­u­ais de desen­volvi­mento do setor primário foram sendo desati­vadas, não restando quase nada nos dias de hoje. Tem fal­tado políti­cas públi­cas que incen­tive a pro­dução do pequeno agricul­tor para que o con­junto de peque­nas pro­duções ali­mente nossa pop­u­lação e provoque algum superávit. O gov­erno estad­ual deixou de focar num dos setores mais impor­tantes da econo­mia e que equi­li­bra a bal­ança com­er­cial todos os anos. A pro­dução plane­jada de ali­men­tos poderá fazer do Maran­hão um dos celeiros do Brasil. Temos feito o con­trário. A nossa política para o campo tem incen­ti­vado que as pop­u­lações cam­pone­sas migrem para a per­ife­ria das cidades.

Não é aceitável que um estado tão rico como é o nosso, tenha mais de 60% (sessenta por cento) de sua pop­u­lação inscrita no Pro­grama “Bolsa Família” e um outro tanto inscrita noutros pro­gra­mas assis­ten­ci­ais. Quem viaja pelo estado e se dá o tra­balho de obser­var a vida das pes­soas, já deve ter perce­bido que a qual­quer hora do dia, qual­quer dia da sem­ana, o que mais se vê são pes­soas ociosas, jogando, bebendo, de cara para o vento. Ao lado vas­tas áreas des­ocu­pada, com água próx­ima sendo con­sum­ida pelo mato, sem pro­duzir nada, nem capim para ali­men­tar o gado.

Não temos como com­preen­der que o nosso estado tenha desati­vado os órgãos de incen­tivo ao setor primário, que não haja pesquisa con­sis­tente na área.

O Maran­hão pre­cisa enten­der sua vocação para esse setor, pesquisar mais, garan­tir assistên­cia téc­nica aos pro­du­tores, pos­suir um cadas­tro atu­al­izado de todas as pro­priedades e garan­tir que cada pro­du­tor receba incen­tivo e assistên­cia para pro­duzir. Explo­rar, repito, esse potencial.

Nas min­has andanças tenho obser­vado, e pesquisas ates­tam isso, que um dos pro­du­tos mais con­sum­i­dos pelo maran­hense, é cerveja. Ouso dizer tam­bém que a pro­dução de sin­u­cas e bil­hari­nas tam­bém não cessa de aumen­tar. Por onde pas­samos encon­tramos pequenos bares, bute­cos. A maio­ria com seus bil­hares, as vezes mais de uma. As pes­soas recebem suas bol­sas e out­ros incen­tivos e reserva uma parte para gas­tar com cerveja, cachaça e para jogar.

E, ape­nas para reg­istro, pas­sando pela BR 135, encon­tro uma placa na porta da AMBEV. Lá, a infor­mação, impor­tante, de que a pujante indus­tria de bebida conta com os incen­tivos do Estado do Maran­hão. Nada con­tra, mas custa incen­ti­var e inve­stir no setor pro­du­tivo primário?

É essen­cial que o nosso estado redes­cubra sua agri­cul­tura, que os próx­i­mos gov­er­nantes reestru­ture o setor devol­vendo a assistên­cia téc­nica e os incen­tivos ao homem do campo. Sem essa com­preen­são con­tin­uare­mos a impor­tar batata, tomate, abób­ora e até cheiro-​verde e a empurrar os tra­bal­hadores do campo para as per­ife­rias das cidades, para o vício e para a violência.

O povo brasileiro e maran­hense não pode mais con­tin­uar a viver de esmo­las. Não esse povo que sem­pre teve cor­agem de trabalhar.

Abdon Mar­inho é advogado.

EDUARDO CAM­POS por AZIZ SANTOS

Escrito por Abdon Mar­inho

EDUARDO CAM­POS

Por Abde­laziz Aboud Santos

Ainda comovido com a tragé­dia que ceifou a vida do ex-​governador Eduardo Cam­pos. Dese­java vê-​lo como pres­i­dente do Brasil. Sua mel­hor pro­posta era a de des­ti­nar 10% do orça­mento nacional para a edu­cação, Agora, vou de Marina, se o PSB decidir indicá-​la como can­di­data à presidên­cia do Brasil. Oxalá! Aqui não se pode pen­sar em Lula/​Dilma, posto que, nesses 12 anos de PT, con­seguiram aju­dar os sar­neys a atrasar ainda mais o Maranhão”.

Assim escrevi recen­te­mente no Face­book. Agora quero dar um depoi­mento sobre o ex-​governador na sua relação com o Dr. Jack­son Lago, ambos gov­er­nadores do período que se ini­ciou em 2007. Nas reuniões de gov­er­nadores do Nordeste, de peri­od­i­ci­dade trimes­tral, na época, a sua palavra era sem­pre destaque na reunião. Não ape­nas as teses que defendia para o Nordeste, mas sua sim­pa­tia e sol­i­dariedade ao grupo eram sua marca indelével. Lembro-​me do con­vite que fez aos seus cole­gas gov­er­nadores para vis­itarem Per­nam­buco em reunião do cole­giado. Lá chegando, após as reuniões for­mais, o ex-​governador nos levou para vis­i­tar uma escola de excelên­cia das 30 (trinta) já em fun­ciona­mento no Estado, em padrões do seu pro­jeto edu­ca­cional. Escola de tempo inte­gral, que reu­nia recur­sos téc­ni­cos, tec­nológi­cos, didáti­cos, opera­cionais e finan­ceiros da sociedade como um todo: gov­erno, empresários e enti­dades lig­adas à edu­cação. Ele mesmo à frente da visita, con­ver­sando ani­mada­mente com os estu­dantes que se aco­tovelavam às cen­te­nas para abraçá-​lo.

Dessa exper­iên­cia nasceu a ideia de pro­jeto sim­i­lar no Maran­hão, ao tempo do gov­erno Jack­son Lago. Foi nessa per­spec­tiva que surgiu a ideia da com­pra do Colé­gio Maris­tas, jus­ta­mente para abri­gar a primeira exper­iên­cia de uma escola de excelên­cia, que dev­e­ria, no futuro, expandir-​se em pro­je­tos semel­hantes pelo Maran­hão. Aliás, falando no Colé­gio Maris­tas, o que é feito desse patrimônio riquís­simo hoje de pro­priedade do Estado? Entregue aos cupins, por certo, tal a falta de von­tade política desse (des) gov­erno de fim de safra e em estado de extrema-​unção.

O Dr. Jack­son Lago pediu para con­ver­sar reser­vada­mente com o seu amigo, tam­bém gov­er­nador, Eduardo Cam­pos. Eduardo estava com vôo mar­cado para o exte­rior. Sim­ples­mente adiou sua viagem em atenção ao gov­er­nador Jack­son. Ali, num café da manhã, por ele ofer­e­cido em Recife, no Palá­cio do Gov­erno, Jack­son solic­i­tara ao amigo, da base política de Lula, que inter­me­di­asse uma audiên­cia de aclara­mento da ação judi­cial de moti­vação política con­tra a sua diplo­mação. O Gov­er­nador de Per­nam­buco foi o único dos gov­er­nadores que enfren­tou o Lula mostrando a injustiça que estava prestes de se come­ter con­tra a pop­u­lação do Maran­hão. De nada adiantou: Lula lhe dis­sera que nada podia fazer, pois que não tinha como desagradar o Sar­ney. A cas­sação era certa. Eduardo Cam­pos não se deu por ven­cido. Fez o que pôde para evi­tar o estupro jurídico. Não con­seguiu, não con­seguimos, mas con­tin­u­amos de pé, na luta sem­pre. Esse é o depoimento.

“A saudade só é menor do que a gratidão”, assim despediu-​se do ex-​governador Eduardo Cam­pos o povo de Per­nam­buco; “Fico com a imagem de sua ale­gria”, assim Marina Silva rev­er­en­ci­ava o seu com­pan­heiro de chapa à Presidên­cia. Fico com a saudade de um brasileiro que pode­ria mudar o des­tino da Nação, pois é dele a frase sim­bólica: “NÃO VAMOS DESI­S­TIR DO BRASIL”.