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O QUE VEJO SOBRE 2014.

Escrito por Abdon Mar­inho

O QUE VEJO SOBRE 2014.

Esta­mos longe das eleições de 2014, mas faço essas con­sid­erações, para depois con­ferir se estava certo ou errado.

Certa vez indaguei, aqui mesmo, se a oposição maran­hense seria estúpida. Ninguém respon­deu a indagação. A ausência de resposta talvez se dê por uma questão ante­rior, que dev­e­ria ter inda­gado antes: \«Há oposição no Maranhão?\» Caso pos­i­tivo, ao que se opõe? Ao gov­erno? Ao mod­elo? Ou ape­nas bus­cam o poder para faz­erem, de forma pio­rada, o que os donos do poder já vem fazendo?

As per­gun­tas acima, se respon­di­das sem o calor das emoções, não são fáceis de respon­der. Aliás, esse, sequer é o objeto deste post. Ape­nas per­gun­tei porque olho para a política do Maranhão e vejo tudo tão embar­al­hado que tenho difi­cul­dade de dis­tin­guir, por outro lado, há tanto jogo de inter­esses em colisão, cada um tratando de seus próprios inter­esses, que o homem comum, com eu, fica per­tur­bado. Vejam um exem­plo. Um dos mais influ­entes líder do par­tido que foi apeado do poder pelos atu­ais deten­tores, segundo soube, mudou-​se de malas e cuias para o gov­erno, emb­ora seu par­tido esteja dizendo aos qua­tro ven­tos que é oposição e que vai apoiar a can­di­datura adver­saria ao atual gov­erno. Essa é a situação de muitos out­ros que, em troca de inter­esses, ficam nessa de não serem nem peixe, nem frango.

Entre­tanto e ape­nas por exercício retórico, admi­ta­mos que haja uma oposição.

A oposição tem amplas chances de gan­har a eleição de 2014, não pre­cisa fazer muito esforço, ape­sar disso tra­bal­ham com uma voraci­dade fora do comum para perder e, man­ti­das as condições atu­ais, perderá mais uma vez. Ape­nas em situações bem espe­ci­ais amadores vencem profis­sion­ais. E a oposição maran­hense (?) tra­balha de forma tão amadora que sequer busca erros novos para come­ter, comete os mes­mos erros dos últi­mos cinqüentas anos.

Nâo con­seguem con­struir uma unidade mínima para a dis­puta. Uns já vêem nos out­ros os adversários, não de 2014, mas os 2016 e os de 2018. Como um grupo em que uns ten­tam der­rubar seus supos­tos ali­a­dos con­seguem agre­gar os seus e a bus­car os descon­tentes do campo adversário? Não con­seguem.

São ingênuos, caem como pat­in­hos nas armadil­has dos adversários que tra­bal­ham com a divisão dos adversários. Como não con­fiam uns nos out­ros, dão mais crédito ao que dizem os adversários que as palavras dos supos­tos ali­a­dos. Como algo assim dará certo? Só numa situação absur­da­mente anor­mal. Aqui não falarei sequer das condições pes­soais dos homens e na forma como apare­cem aos olhos da sociedade. A condição pes­soal de cada um, seu caráter, sua pos­tura, etc., é algo que também fará a diferença quando começar o tra­balho de descon­tração.

Mais uma. A oposição (?) tra­balha com a per­spec­tiva de dividir o bal­aio de gatos. Essa tese de dividir para adi­ante somar, é só uma meia ver­dade e tem tudo para não fun­cionar, primeiro porque estão criando tan­tos atri­tos na divisão do bal­aio de gatos, que não con­seguirão uni-​los lá na frente. Outra, isso até pode­ria fun­cionar, mas se fos­sem dis­putar com o mesmo adversário, não é esse o caso, o adversário é outro.

Ora, para as próximas eleições seria necessário a con­strução de uma situação que tor­nasse a eleição plebiscitária. Não estão tra­bal­hando para isso. Caso con­tinue assim, caso não per­cam a eleição no primeiro turno, as chances do outro bal­aio ir com a situação é bem maior que de ir com a oposição(?). Criarão tan­tos atri­tos, que quando muito, aque­les que dev­e­riam se unir, no máximo darão declarações pro­to­co­lares e lib­erarão seus ali­a­dos para votarem como quiserem.

Como disse, só em condições anor­mais, amadores vencem profis­sion­ais. Se de um lado os amadores não con­seguem, ao menos, repe­tirem erros novos, do outro lado, pelo que vejo, de longe, há uma máquina azeitada, um dis­curso uni­forme, um único can­didato preparado para o embate, com luz própria, que con­strói uma can­di­datura que pode se sus­ten­tar de forma inde­pen­dente. E que o can­didato pode­ria dizer que não depende da situação, que pode apre­sen­tar um currículo de real­izador, de boa praça, de tra­bal­hador, etc., e pode até dizer que vai gov­ernar sem a influência do atual grupo. Dirá isso sem causar qual­quer con­strang­i­mento. Se sen­tirem que algum ali­ado, por suas condições possa atra­pal­har o pro­jeto eleitoral, o tran­carão no armário e só o soltarão depois das eleições.

Uma con­sid­er­ação final: Eleição é conta de somar e não de dividir.

DEGRADAÇÃO MORAL E ENGODO

Escrito por Abdon Mar­inho

DEGRADAÇÃO MORAL E ENGODO.

O líder do gov­erno, a imprensa e a oposição maran­hense estão mentindo ao afir­marem que a petro­bras par­al­isou as obras da refi­naria pre­mium de Bacabeira. Mentem, mentem deslavada­mente. Não digo isso com desapreço por eles não, sequer conheço-​os em pro­fun­di­dade. Entre­tanto eles mentem.

Sou obri­gado a acred­i­tar e a dizer isso porque senão sou obri­gado a denun­ciar o maior este­lion­ato eleitoral da história do Brasil, senão serei obri­gado denun­ciar que o Brasil se tornou uma republi­queta de bananas, senão serei obri­gado a denun­ciar que as maiores autori­dades deste país e deste estado são uns degen­er­a­dos morais indifer­entes a quais­quer con­ceitos éticos.

Vejam a foto. Nela temos um Pres­i­dente da República, o Sr. Lula, temos uma can­di­data a Pres­i­dente da República e min­is­tra de estado, a Sra. Dilma, uma gov­er­nadora e can­di­data a reeleição, a Sra. Roseana, o pres­i­dente do Con­gresso Nacional, o Sr. Sar­ney, min­istros de esta­dos, senadores, dep­uta­dos fed­erais e estad­u­ais e diver­sas out­ras autori­dades, se olhar­mos bem até a ex-​prefeita de Paço do Lumiar, Sra. Bia Venâncio se fez presente.

Naquele evento essas autori­dades, as maiores do país anun­cia­ram com hon­ras e pom­pas a con­strução da refi­naria. Anun­cia­ram mil­hares de empre­gos para a juven­tude maran­hense, anun­cia­ram a redenção do Maranhão, o fim da miséria, uma nova era de desen­volvi­mento e prosperidade.

Pois bem, agora apare­cem \«esses mer­cadores de pes­simismo\» dizendo que estão desmon­tando o can­teiro de obras, que a refi­naria não mais acon­te­cerá. Como é possível? Que dizer que um Pres­i­dente da República anun­cia uma obra, um pro­jeto e tudo não pas­sava de uma farsa? Um teatro com vis­tas as eleições? Estavam ali todos ensa­ia­dos para enga­nar o povo? É isso?

Uma refi­naria exige-​se estu­dos imen­sos, tanto de via­bil­i­dade quando técnico. Não é possível que não ten­ham pre­ce­dido disso. Não tinha estudo? Não tinha pro­jeto? Como então ini­cia­ram as obras? Ah, fazia parte do teatro para enga­nar os bestas? Mais se investiu milhões e milhões de reais, quem arcará com esse prejuízo?

Me custa acred­i­tar nisso. Que as autori­dades estavam fazendo teatro para enga­nar o povo e fat­u­rar uma eleição. Me custa porque será o retrato fiel e acabado que atingi­mos o fundo do poço insti­tu­cional. Uma ver­gonha sem parâmetro, uma fraude sem prece­dentes. Autori­dades da República não podem par­tic­i­par deste tipo de engodo. O insin­uam, entre lin­has, é que o Sr. Sar­ney teria chegado para o Sr. Lula e dito: \«Meu irmão de alma, a coisa \“tá\» feia lá no Maranhão para a Roseana, \«vamo lá\», rúné aí seu povo, e vamos dizer que ire­mos con­struir uma grande refi­naria no Maranhão, tão grande que será chamada pre­mium, latin sem­pre impres­siona, lev­a­mos todos os nos­sos can­didatos, tu leva a Dilma e aí a gente ganha a eleição\». Insin­uam que o Sr. Lula nem pes­tane­jou, foi logo dizendo: \«É isso mesmo com­pan­heiro, Sar­ney, vamos pegar um destes pro­je­tos emprestado do Eike Batista e vamos lá, o povo do Maranhão acred­ita mesmo em tudo, ainda mais se for dito por mim, enganamos os bestas e ainda sobra uns vot­in­hos para a Dilma\». Pois é, só fal­tam dizer que foi isso. Tudo com­bi­nado para enga­nar os incau­tos. Não acred­ito que ten­ham chegado a isso. Deve ser tudo invenção desses inimi­gos do Maranhão, destes inimi­gos do país.

Caso isso fosse ver­dade, cer­ta­mente teríamos man­i­festações públi­cas de repúdio de enti­dades de classe, sindi­catos e da pop­ulação em geral. Teríamos man­i­festação de repúdio e cobrança de explicações dos nos­sos rep­re­sen­tantes na Assem­bleia e no Con­gresso Nacional. Caso fosse ver­dade que desmon­taram o can­teiro de obras, cer­ta­mente o Min­istério Público Fed­eral, tão dili­gente, já teria pedido informações aos min­istros da área, à presidência da Petro­bras e a quem mais coubesse con­hecer do assunto. Será que já fiz­eram isso? O que dizem as autori­dades? Qual a razão do silêncio de todos?

Tem algo que não canso de me per­gun­tar: Será que todos perderam a ver­gonha na cara? Fazem e acon­te­cem sem o mínimo de con­strang­i­mento, fica o dito pelo não dito. Écapaz

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de todos que apare­cem na foto do maior empreendi­mento do Maranhão, ao virem aqui em seus roteiros de cam­pan­has, só apare­cem mesmo para isso, sequer serem inda­ga­dos sobre a razão da par­al­isação das obras, sobre o desmonte dos can­teiros, sobre o engodo. Pelo contrário, serão todos fes­te­ja­dos, adu­la­dos, lou­va­dos, etc. Faz muito tempo que o povo maran­hense perdeu a com­pos­tura, não fiz­eram foi se dá conta disso.